Quando aprendemos uma língua, aprendemos algo finito – nosso vocabulário é finito, por mais extenso que seja –, embora tal finitude possa ser ‘armazenada’. Já o conjunto de frases de uma língua é infinito. O falante de uma língua tem um conhecimento ‘intuitivo’ (inato) de quais frases são aceitáveis numa língua e quais não são. Uma língua, portanto, consiste de todos os sons, palavras e frases possíveis. Quando falamos uma língua, conhecemos os sons, as palavras e as regras para sua combinação. O conhecimento linguístico é, em geral, um conhecimento não consciente. Esse conhecimento representa um complexo sistema cognitivo. (Ferdinand de Saussure)

TRADUZIR e INTERPRETAR, portanto, definitivamente não se trata de substituir palavras de um idioma por palavras de outro, mas compreende a arte de iluminar e dar sentido aos intrincados túneis de comunicação intercultural!

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Elieltraducoes: transitando entre palavras, desvelando culturas, conectando pessoas!